Para aqueles que ainda não sabem, o termo “Keep Calm and Carry On” (Mantenha a calma e continue), foi muito utilizado durante a segunda guerra mundial, era a forma de incentivar os soldados que estavam exauridos com os conflitos da época. Em 2000, uma livraria descobriu o termo e desde então ele tem sido adaptado para diversos temas.

Assista o vídeo contando a história:

Foi registrado como Milton, mas por um excesso de “arte” na caligrafia, ficou Millôr. Nascido no Méier, começou sua carreira de jornalista na revista Cruzeiro na década de 70, foi um grande intelectual. Foi  foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro. De acordo com o escritor, foi ele juntamente com 3 amigos que inventaram o frescobol da década de 50, jogo que tinha inspiração em uma modalidade francesa.

Homenagem ao frescobol – Praça Sarah Kubitschek 

Em 64 inventou a revista PifPaf e arrumou encrenca com os militares.

Foi um dos criadores do Pasquim.

Frases:

“A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.”

“Acreditar que não acreditamos em nada é crer na crença do descrer.”

“Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem.”

“De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência.”

“Não devemos resisitir às tentações: elas podem não voltar.”

“Jamais diga uma mentira que não possa provar.”

“Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala.”

 

Mais um carioca imortalizado em nossas almas.

A história dos Biscoitos Globo teve início no ano de 1953 quando os irmãos Milton, Jaime e João Ponce, em virtude da separação dos pais, foram morar com um primo que possuía uma padaria no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Os irmãos aprenderam a fazer biscoitos de polvilho com o primo, os quais eram vendidos nas ruas da capital paulista.

Em 1954, aproveitando o grande contingente de um congresso eucarístico no Rio de Janeiro, os irmãos Ponce resolveram vender seus biscoitos na capital carioca. Com base no sucesso das vendas os irmãos Ponce anteviram que, dadas as características do biscoito, o Rio de Janeiro seria o mercado ideal para seu produto.

O biscoito de polvilho foi batizado com o nome Globo, homônimo à padaria para a qual foram contratados, localizada em Botafogo. Iniciava-se então a história dos famosos biscoitos de polvilho. O ano era 1955 e os biscoitos eram vendidos nesta padaria e em mais sete outras, dos mesmos proprietários.

Notando a grande demanda pelo biscoitos, os irmãos Ponce passaram a vender o produto para outras redes de padarias e em 1963 formaram sociedade com um português, expert em pães, o Sr. Francisco Nunes Torrão, que se mantém até hoje. Esta nova empresa foi denominada oficialmente Panificação Mandarino Ltda.

E o negócio começou a crescer…

1 – Conhecer de perto um pouco da cultura Nordestina

2 – Comer bem

3  - Comer barato

4  - Beber bem

5 – Beber barato  =)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Convidamos os cineastas Fabio Assuf ( Cinestesia Filmes ) e Fernando Timba para fazerem uma seleção dos melhores filmes passados no Rio de Janeiro.

Seleção Fabio Assuf :

1 – Redentor: O principal cartão postal da cidade do Rio de Janeiro inspirou essa produção cinematográfica, que traz no elenco o ator Pedro Cardoso, em que a principal e mais emocionante cena é quando o ator conversa com o Cristo Redentor que todo dia está de braços abertos para receber e abençoar seus visitantes.

 

2 – Rio 40 graus: Produzido em 1955, o longa é o ponta pé inicial do cinema brasileiro. Ele traz o retrato fiel da cidade e de seus costumes.

3 – Madame Satã: O bairro carioca da Lapa é usado para o drama inspirado na história real do homossexual mais poderoso do mundo do crime.

4 – Copacabana: É um filme o tanto quanto açucarado. No papel principal, Marco Nanini vive o personagem do fotógrafo Alberto, que está prestes a completar 90 anos. Num formato com muito bom-humor e filosófica, Alberto volta ao seu passado, misturando suas lembranças a história do bairro carioca, trazendo desta forma um incrível cenário da cidade e do país no começo do século.

5 – Babilônia 2000: O filme traz o morro da Babilônia, uma das únicas comunidades da orla de Copacabana, que todo ano reúne milhares de pessoas para a queima de fogos durante a passagem de ano.

6 – Tropa de Elite: No longa de José Padilha, o Rio de Janeiro teve suas belezas naturais cobertas por balas. Tanto em Ônibus 174, Tropa de Elite mostra um cenário triste da cidade que estampa os jornais todos os dias. O filme mostra as ações do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) dentro das favelas do Rio.

7 – Cidade de Deus: O Filme de Fernando Meirelles foca também o lado negro da cidade, o tráfico de drogas nas favelas cariocas. O longa se tornou referência mundial.

 

8 – Cidade dos Homens: Uma “sequência” de Cidade de Deus, o longa conquistou o público internacional.

9 – 007 Contra o Foguete da Morte: E para quem pensou que a cidade maravilhosa foi cenário só para produções nacionais, se enganou. O Rio serviu de fundo cinematográfico para ninguém menos que o agente mais famoso das telonas, James Bond, em 007 Contra o Foguete da morte. Para mostrar a luta contra o vilão Jaws, Bond estava dentro do bondinho do Pão de Açucar.

10 – O Incrível Hulk teve seus primeiros vinte minutos rodados no Brasil. No longa o ator Edward Norton pode ser visto correndo entre os corredores da favela Tavares de Barros.

11- Os Mercenários: O longa dirigido pelo ator Sylvester Stallone, além de ser rodado em Los Angeles, também foi gravado no Rio de Janeiro. O ator e sua equipe desembarcaram na cidade no começo do ano para iniciar as gravações do filme que chegar aos cinemas em 2010.

Tem o “Bossa Nova” rodado aqui e falado em inglês: Bossa nova é um filme brasileiro de 2000, do gênero comédia romântica, dirigido por Bruno Barreto.

 

Seleção Fernando Timba:

1 – O primeiro deles é “A distração de Ivan”. É um curta metragem, dirigido por Cavi Borges e Gustavo Melo. 2009.

 

2 – O segundo é Orfeu Negro, do francês Marcel Camus. 1959. A trilha é do Tom Jobim (com Luís Bonfá) e algumas músicas não creditadas do Vinícius de Moraes. Ganhou palma de ouro em Cannes.

 

3 – O terceiro é O assalto ao trem pagador, de Roberto Farias, com Grande Otelo e Reginaldo Farias.

 

Posters :

 

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