Além do smartphone, tablet e computador, a Apple tem em sua cartela de produtos uma das sete maravilhas do mundo, o ‘Apple TV’. O aparelho permite acesso a conteúdos de vídeo e áudio da Internet ou de seu computador em um televisor comum (LCD, LED, Plasma, Tubo, etc) que possua entrada HDMI, os conteúdos são transferidos sem fios pois ela funciona via WiFi.

Com o ‘Apple TV’ você consegue alugar filmes Full HD e seriados da iTunes Store, ouvir músicas e rádios internacionais, ver suas fotos, ter acesso ao YouTube e até ao Netflix.

Chega de levar notebook para sala e ficar pendurando fio atrás de fio!

Vivemos em uma Matrix sem perceber, ou percebemos?

A era de Facebook, Twitter e Instagram é apenas a confirmação que fazemos questão de sermos um participante de reality show sem prêmio no final. Entrar nos clubinhos virtuais é a mais nova refeição dos carentes incrédulos. Vivemos um momento onde o melhor ângulo, se parecer com uma celebridade e uma lente dando um efeito ‘blur’ tornam as pessoas a acharem que são mais felizes. Aproveitando este gancho, o artista plástico Felipe Morozini inventou o “Pick Profile Picture”, um tumblr cuja a missão é ajudar as pessoas que, como ele, não gostam de colocar o rosto no profile do Face.

O EGO, o exibicionismo, a vaidade e a superexposição de alguns, não reflete a caricatura que cada um tem transformado de si mesmo.

Após fazer um enorme sucesso em algumas cidades da Europa, a ‘Lunch Beat‘, está sendo exportada para Nova York, Los Angeles e São Paulo. Com duração de 60 minutos, a festa acontece entre 12h e 13h e reúne cerca de 600 pessoas.

Criada pela sueca Molly Ränge, de 28 anos, em junho de 2010, o ‘evento’ reuniu na época apenas 14 pessoas em uma garagem. Hoje a ‘Lunch Beat’ está presente em 25 cidades europeias. A ideia é receber pessoas que querem se divertir, relaxar e até mesmo paquerar durante a hora do almoço. O valor varia entre 6 e 10 euros, e inclui água e o almoço, que geralmente é um sanduíche.

A música varia de acordo com o DJ convidado e os melhores dias são terças, quartas e quintas, já que segunda as pessoas geralmente tem mais trabalho e na sexta elas adiantam seus serviços para se liberarem mais cedo.

As regras do ‘Lunch Beat‘:

1 – Na primeira vez não pode deixar de dançar
2 – Na segunda, terceira e quarta vez você não pode sair da pista de dança
3 – Falar sobre trabalho é proibído
4 – A festa deve durar 60 minutos
5 – Faça um intervalo na dança de 15 minutos e coma o seu sanduíche
6 – Água é a ÚNICA bebida da festa
7 – Drogas nem pensar
8 – A festa pode ser feita em qualquer lugar, o objetivo não é lucrar, é divertir
9 – Você sempre terá um DJ e o seu almoço grantidos em uma ‘Lunch Beat’
10 – Leve o seu chefe em uma ocasião, assim ele também extravaza um pouco o estresse

Assista o vídeo

O Rio de Janeiro é a cidade brasileira com mais ciclovias no Brasil, com isso para aqueles que buscam fugir do trânsito e apreciar a paisagem que vos cerca a melhor alternativa é a bicicleta elétrica. Ainda são poucas as pessoas que aderiram este meio de locomoção, mas todos que a utilizam estão plenamente satisfeitos com o investimento. Sem atraso, sem chateação e optando por uma medida sustentável, a bicicleta elétrica é a maior tendência para os próximos anos.

O Rio de Janeiro é uma das poucas e únicas grandes cidades do mundo onde você pode buscar alguém no aeroporto de bicicleta.

Rio de Janeiro – Airport Bicycle Shuttle from Copenhagenize on Vimeo.

Julian Marley, filho caçula de Bob Marley

O rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da Trindade sagrada o messias prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras (“príncipe” ou “cabeça”) Tafari (“da paz”) Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação.

O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses afro-descendentes em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.

Alguns historiadores, afirmam que o movimento surgiu, e teve posteriormente adesão, por conta da exploração que sofria o povo jamaicano, o que favorece o surgimento de ideias religiosas e líderes messiânicos.

Outros fatores inerentes ao seu crescimento incluem o uso sacramentado da maconha ou “erva”, aspirações políticas e afrocentristas, incluindo ensinamentos do publicista e organizador jamaicano Marcus Garvey (também freqüentemente considerado um profeta), o qual ajudou a inspirar a imagem de um novo mundo com sua visão política e cultural.

O movimento é algumas vezes chamado rastafarianismo, porém alguns rastas consideram este termo impróprio e ofensivo, já que “ismo” é uma classificação dada pelo sistema babilônico, o qual é combatido pelos rastas.

O movimento rastafári se espalhou muito pelo mundo, principalmente por causa da imigração e do interesse gerado pelo ritmo do reggae; mais notavelmente pelo cantor e compositor de reggae jamaicano Bob Marley. No ano 2.000 havia aproximadamente um milhão de seguidores do rastafarianismo pelo mundo, algo difícil de ser comprovado devido à sua escolha de viver longe da civilização. Por volta de 10% dos jamaicanos se identificam com os rastafáris. Muitos rastafáris são vegetarianos, ou comem apenas alguns tipos de carne, vivendo pelas leis alimentares do Levítico e do Deuteronômio no Velho Testamento.

O encorajamento de Marcus Garvey aos negros para terem orgulho de si mesmos e da sua herança africana inspiraram Rastas a abraçar todas as coisas africanas. Eles eram ensinados que haviam sofrido uma lavagem cerebral para negar todas as coisas negras e relativas à África, um exemplo é o porque que não se ensinava sobre a antiga nação etíope, que derrotou os italianos duas vezes e foi a única nação livre na África desde sempre. Eles mudaram sua própria imagem que era a que os brancos faziam deles, como primitivos e saídos das selvas para um desafiador movimento pela cultura africana que agora é considerada como roubada deles, quando foram retirados da África por navios negreiros. Estar próximo da natureza e da savana africana e seus leões, em espírito se não fisicamente, é primordial pelo conceito que eles tem da cultura africana. Viver próximo e fazer parte da natureza é visto como africano. Esta aproximação africana com a natureza é vista nos dreadlocks, ganja, e comida fresca, e em todos os aspectos da vida rasta. Eles desdenham a aproximação da sociedade moderna com o estilo de vida artificial e excessivamente objetivo, renegando a subjetividade a um papel sem qualquer importância.

Os rastas dizem que os cientistas tentam descobrir como o mundo é por uma visão de fora, enquanto eles encaram a vida, de dentro olhando para fora; e todo rasta tem de encontrar sua própria verdade.

Outro importante identificador do seu afrocentrismo é a identificação com as cores verde, dourado, e vermelho, representantativas da bandeira da Etiópia. Elas são o símbolo do movimento rastafári, e da lealdade dos rastas a Hailê Selassiê, à Etiópia e a África acima de qualquer outra nação moderna onde eles possam viver. Estas cores são freqüentemente vistas em roupas e decorações; o vermelho representaria o sangue dos mártires, o verde representaria a vegetação da África enquanto o dourado representaria a riqueza e a prosperidade do continente africano.

Muitos rastafáris aprendem a língua amárica, que eles consideram ser sua língua original, uma vez que esta é a língua de Hailê Selassiê, e para identificá-los como etíopes; porém na prática eles continuam a falar sua língua nativa, geralmente a versão do inglês conhecida como patois jamaicano. Há músicas de reggae escritas em amárico.

Conheça a emocionante história de Caine, um simpático garoto de 9 anos que montou seu próprio fliperama usando apenas papelão e muita criatividade, no fundo da loja de peças do pai.

Um novo aplicativo tem mudado a interação de papel e tecnologia. Paper by FiftyThree, é basicamente a versão eletrônica do caderno Moleskine. O objetivo guardar as idéias, inspirações e anotações pessoais. Tudo somado a perfeita execução do aplicativo.

Confira o vídeo aqui abaixo para ver como funciona:

Paper by FiftyThree na Apple Store

Para aqueles que ainda não sabem, o termo “Keep Calm and Carry On” (Mantenha a calma e continue), foi muito utilizado durante a segunda guerra mundial, era a forma de incentivar os soldados que estavam exauridos com os conflitos da época. Em 2000, uma livraria descobriu o termo e desde então ele tem sido adaptado para diversos temas.

Assista o vídeo contando a história:

Foto Nike SB Brasil

No sábado, 14, foi inaugurada uma nova pista de skate na Lagoa, onde ficava uma antiga quadra de vôlei que há um bom tempo já vinha sendo usada por skatistas sedentos por um espaço para praticar o esporte. Inclusive, esses mesmos skatistas ajudaram a desenvolver o layout da pista que tem degraus, rampas e corrimões ideiais para a prática de manobras.

Foto Nike SB Brasil

Logo após o Carnaval, a pista bowl tradicional com rampa, inaugurada em 1998, deve ser entregue totalmente reformada. Essas iniciativas fazem parte do programa de revitalização da Lagoa Rodrigo de Freitas que no momento trabalha na recuperação do Parque do Patins. O prefeito Eduardo Paes pretende ainda criar o Parque Radical da Lagoa que terá muro de escalada, tirolesa, pista de bicicross, patins, skate e bicicleta e um minivelódromo.

123...13