Sete homens, uma mulher, e um plano. Os clientes e funcionários do Banco Internacional do Rio de Janeiro nem imaginam, mas estão prestes a viver um dos piores dias de suas vidas. Em uma “calma” quarta-feira de cinzas, tudo estava planejado, quase tudo…
Uma série de falhas e imprevistos mudam os acontecimentos deste dia sangrento, onde poucos irão sobrevivar.
Predileção mostra o lado real e impiedoso do mundo do crime, onde o bandido é bandido, sem poesia e sem justiça.
“PARAÍSOS ARTIFICIAIS”
- Por: Andre Garça
- Tags:andre garça, cinema, Trailer
Sinopse
Em uma paradisíaca praia do Nordeste brasileiro, Shangri-La – um enorme festival de arte e cultura alternativa – é pano de fundo de experiências sensoriais intensas entre três distintos jovens contemporâneos: Nando (Luca Bianchi), a DJ Érica (Nathalia Dill) e sua melhor amiga Lara (Lívia de Bueno). Sem que percebam, como meras peças de um caótico jogo do destino, o encontro muda radicalmente suas vidas para sempre.
Uma trama envolvente, em pleno boom da música eletrônica no Brasil, que apresenta uma comovente história de amor e superação, o envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes, intensas celebrações, conflitos e destinos cruzados pelo tempo.
Dos produtores de Tropa de Elite I e II, PARAÍSOS ARTIFICIAIS é um filme de Marcos Prado – premiado diretor de Estamira – e foi rodado em Amsterdam, no Recife e no Rio de Janeiro.
PARAÍSOS ARTIFICIAIS TEM ESTRÉIA NACIONAL NO DIA 27 DE ABRIL
Artes Plásticas, mobiliário e joias, é a combinação que marca o trabalho dos Irmãos Campana.
“Anticorpos”, a mais completa retrospectiva dos Irmãos Campana, pode ser vista no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. A mostra, com 200 obras (de 1989 a 2009), foi realizada pelo Vitra Design Museum, Weil am Rhein, da Alemanha, onde permaneceu até fevereiro de 2010, percorrendo posteriormente vários museus da Europa.
Humberto tem 58 anos e é formado em Direito, Fernando tem 50 e é arquiteto. São uns dos poucos brasileiros com peças no acervo do MoMa, em Nova York. O reconhecimento internacional por seus trabalhos de design-arte veio a partir da transformação de elementos simplórios e cotidianos em peças de caráter artísticos. Com curadoria de Mathias Schwarz-Clauss, “Anticorpos” têm como foco o conjunto dos trabalhos cuja linguagem visual está ancorada no contraste de cores, formas e materiais. Utilizando fios emaranhados, algodão, ursos de pelúcia, madeira, plástico, retalhos e estampas coloridas, eles transformam uma cadeira em obra de arte.
Em exposição, a maior parte dos trabalhos dos Irmãos Campana, incluindo coleções particulares, institucionais e a coleção Estúdio Campana. Há ainda peças criadas pelos dois designers especialmente para “Anticorpos”. Dentre elas, um número de experimentações em papel machê e uma série de colagens em papel que anunciam cada tema da exposição
Serviço:
“Anticorpos” – Irmãos Campana
Centro Cultural do Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66 – Rio de Janeiro. Tel: (21) 3808-2020
Até 6 de maio de 2012
De 3ª a domingo, das 9h às 21h
Entrada franca
Lego ‘Minimalista’
- Por: Cena Carioca
- Tags:destaque, Lego
“Imagine” é o nome da campanha publicitária criada pela agência alemã Jung von Matt que inspirada na liberdade de imaginar e criar com as mágicas pecinhas de LEGO retrata personagens famosos dos desenhos animados no estilo minimalista.
Pato Donald, Luizinho, Quinzinho e Zézinho.
South Park
As tartarugas ninjas
Os Daltons Contra Lucky Luke
Smurfs
Os Simpsons
Street Art – Alice
- Por: Cena Carioca
- Tags:destaque, grafite, street art
Rogério Fires é carioca, designer, diretor de arte, ilustrador e, acima de tudo, um profissional muito talentoso. Ele vem se destacando no cenário nacional com projetos para músicos e grandes marcas. Além de apresentar um pouco do trabalho do Rogério, fizemos uma entrevista que conta um pouco da expiriência de um designer e artista freelancer de sucesso.
1 – Como foi a experiência de trabalhar no projeto Agridoce? Já tinha feito capa para LP?
[Rogério] Trabalhar com a Pitty sempre é legal porque ela dá muito espaço para a liberdade criativa. Ela e o Martin tinham uma ideia do que alcançar neste projeto e tinha uma variedade de registros muito legais da gravação. O resto foi fácil. Sobre o LP, o projeto já foi pensado para ter uma cara vintage em qualquer formato mas foi pensado praticamente pra LP e depois adaptado. Não foi o meu primeiro vinil. O Primeiro foi o Chiaroscuro da Pitty. Fazer o formato e ver pronto é uma emoção completamente diferente. Foi algo que cresci vendo. Lembro de ter pego o Cabeça Dinossauro do Titãs assim q lançou, já desenhava, e pensei: “Deve ser muito legal desenhar pra capa!”. Fazer o Sacos Plásticos dos Titãs já tinha sido uma realização impressionante, fazer um LP foi indescritível.
2 – O Rio de Janeiro é uma cidade que inspira artistas de todo mundo. Ela também te inspira?
[Rogério] Muito! Tenho alguns muitos projetos relacionados ao Rio. Tem duas logos minhas, Frigideira Carioca e Bar 399, que vão entrar no livro de marcas que usaram a cidade como referência. Estou sempre ligado a marcas e empresas cariocas como a Dimona que tem uma linha do Rio desenhada por mim e por eventos como o Rock in RIo e o Bola Preta que este ano não só fiz a camisa mas sugeri o tema e posicionamento.
3 – Você fez ilustrações para camisas do Rock´n´Rio, como foi o processo criativo?
[Rogério] O processo é muito mais voltado para a análise público alvo do que dentro de uma estética específica. É avaliado perfil de consumidor, tipo de produto utilizado e tendências. É um trabalho difícil porque o evento atinge públicos diversos, o próprio line up é uma prova disto, e você tem que quase agradar gregos e troianos além do board da empresa. Uma camisa que teve um processo marcante foi a nova EU VOU e EU FUI. O evento é um globo, o ingresso chama passaporte, hoje é mundial e mais turístico que local sendo assim, nada mais representativo que carimbar sua entrada no evento na camisa.
4 – Qual programa você indicaria para um turista no Rio de Janeiro?
[Rogério] O Rock in RIo!!!
As belezas naturais são o que me emocionam no RIo. A cidade é linda sem fazer força e só um passeio já te cativa. Quando viajo, evito voltar pela linha amarela e tento sempre passar pela Lagoa. Pegar o final de tarde ali, tirando o trânsito, e na praia da Barra não tem preço.
5 – Quais artistas cariocas da nova geração você admira? E da velha guarda?
[Rogério] Da nova geração, Gais AMA é gênio, curto a loucura e o traço do Matheo Velasco também e adoro o Fábio Ribeiro que é tatuador também. Da velha guarda, dentro do design, por ter ficado ligado em trabalhos de capa desde cedo, sempre curti o trabalho do Luiz Stein e tenho muita referência no posicionamento do Gringo Cardia de carreira de se interessar por todo o aspecto do design.
6 – E os projetos para 2012, o que podemos aguardar?
[Rogério] Mudei para Vancouver agora no início de Fevereiro, continuo atuande no mercado do Brasil e, além da direção de arte e design, estou criando novos projetos de ações criativas para divulgação de produtos e empresas. A ideia é nunca ficar parado e todo e qualquer processo criativo me instiga. É para criar, estou dentro!
Portfolio Rogério Fires
Se você é estudante de design ou profissional da área já deve ter ouvido falar no Caligraffiti, um site que reune diversos assuntos relacionados ao design e que deixa os leitores sempre bem informados sobre concursos, eventos e novidades na área.
Mas o Caligraffiti é mais do que um site, é um coletivo formado pelos amigos Feliz, João Faraco, Lucyano Palheta, Nuno Boggis e Uno Oliveira, graduados em design pela ESPM-RJ. Apesar de terem a mesma formação, eles atuam em áreas diferentes, o que enriquece o trabalho do grupo que ainda conta com Maria Cláudia Gentil, Helen Pereira, Douglas Cavendish, Fellipe Ribeiro e Vinicius Leitão. Hoje, o coletivo que começou com o site, já dá palestras e workshops em grandes eventos de design.
Conheça um pouco mais do Caligraffiti na entrevista que eles deram para o Cena Carioca:
Como é participar de grandes eventos de design não só como espectadores, mas também como palestrantes e realizando workshop?
Sempre participamos de grandes eventos de design como espectadores. Aliás, muito da nossa formação passa por eventos como NDesign, RDesign e TMDG, ali é possível conhecer novas técnicas, profissionais renomados e contatos com outros estudantes.
Sempre tivemos a vontade de um dia estar de frente com o público e isso aconteceu algumas vezes. Falar para uma plateia de estudantes é uma sensação incrível, um filme que passa na nossa cabeça… Chegou a nossa hora de contar a verdade!
E o workshop que desenvolvemos é um bate-papo voltado para quem está começando na área, dessa forma estamos no mesmo nível que quem participa. Vamos até tomar um chopp depois no fim de tudo.
Como é a oficina Identiffique-se?
Essa oficina já rodou o Rdesign de Campos, Rdesign Rio, NDesign Curitiba, RDesign BH, entre outros lugares. Temos muito orgulho desse projeto que deu super certo, é um dos braços do Caligraffiti fora do online, a forma que conseguimos dissipar a informação cara a cara, sem cliques.
Inicialmente a ideia era que o participante desenvolvesse uma identidade a partir de insights dados por nós, no final do workshop ele teria concluído um projeto de divulgação pessoal, seja um cartão de visitas, um blog ou portifólio. Como as primeiras oficinas deram super certo, decidimos mudar um pouco introduzindo técnicas de desenvolvimento crítico pessoal.
Através de “Mood Boards” os alunos fazem uma espécie de colagem com o que gostariam de ser no futuro. Após isso ele apresenta na frente da turma e todos dão os seus palpites, conselhos ou criticam mais ferozmente o trabalho. É uma grande discussão de propósitos e vertentes dentro do mercado do design, e o nosso papel é incitá-los a descobrir novos caminhos e novas possibilidades.
O que é design para vocês?
Essa talvez seja a primeira pergunta que nos fizeram quando começamos o curso de design na ESPM Rio. Na verdade até hoje ainda estamos à procura dessa resposta apesar de ter inúmeras definições. Design é função, é beleza, é arte, está na tecnologia e na informação. O caminho até um projeto que contenha um bom design é longo, passando por estudo de mercado, concepção, adequação à função, execução e distribuição.
Com todas essas definições, uma que nos marca é de uma palestra do designer Joshua Davis que assistimos no TMDG (evento de design argentino) em 2008. Na verdade não é uma definição, e sim uma declaração: “Make Design For Love”.
Onde vocês buscam inspiração?
A inspiração do projeto Caligraffiti vem da nossa necessidade de transmitir conhecimento. Hoje no Brasil é difícil de ter um bom conteúdo falando sobre design, que não seja um grupo fechado de ilustradores ou mesmo sites de tutoriais online. A discussão sobre design é ampla, assuntos como política são abordados.
Dessa forma queremos passar uma imagem não apenas de referência para os leitores, queremos cada vez mais abordar temas que os façam refletir sobre a profissão, pensar em uma forma de conseguir melhorar seus projetos pessoais. A maior fonte de inspiração vem da necessidade de aprendizado de quem consome o site. Muitos sites bons existem lá fora, no começo o Caligraffiti passava muitas informações que eram lançadas nesses sites, mas hoje estamos mais preocupados em dar o nosso feedback, manter um número de posts que realmente façam a diferença para quem está lendo.
Vocês têm a intenção de lançar produtos com a marca Caligraffiti?
Na verdade esse não é um projeto que está nas nossas prioridades, mas já fizemos algumas camisas e bottons promocionais. Certa vez participamos de uma feira em um desses eventos de design onde tínhamos revistas, bottons, chaveiros e sketckbooks para vender. Sinceramente o resultado não foi muito bom, virou até um case em nossas palestras de “o que deu errado”. É importante falar sobre os erros e a venda desses produtos foi um deles.
Quais são os projetos futuros para o Caligraffiti?
O Caligraffiti amadurece e nossa rede de contatos aumenta. Hoje o site conta com uma grande visibilidade no meio de designers, ilustradores e publicitários, e o nosso objetivo é aumentar ainda mais essa gama de informações que estamos passando para eles.
Ainda em 2012 estamos colocando no ar a versão 3.0, convidando novos colaboradores que estão no mercado e produzindo mais no meio offline. Também estamos implementando um grande projeto que vai sair ainda esse ano e isso tem nos tomado muito tempo.
Temos uma grande surpresa para os leitores no segundo semestre, mas não posso falar mais pois é surpresa!
Quando vai acontecer uma nova Caligraffesta?
No lançamento do site vai ter uma, ainda no primeiro semestre. Mas estamos apoiando outras festas, com projetos gráficos, consultoria de mercado, projetos de videografismo e mapping.
Uma série de dez espetáculos será realizada a partir dessa terça-feira, 17, no Teatro SESI, no Centro do Rio, mostrando a evolução do samba-enredo no século 20. Em “A Febre do Samba – O Samba-Enredo no Século XX”, serão apresentados os que mais fizeram sucesso e os que se destacam pela qualidade musical. Os espetáculos acontecem às terças-feiras, apresentando 40 sambas dos anos 20 a meados da década de 70 e às quintas, com 36 sambas do final dos anos 70 a 1999.
São 22 músicos no palco, quatro cantores, dois nos cavaquinhos, dois nos violões, mais 14 ritmistas na bateria e ainda tem participação especial de Odilon Costa, um dos mais premiados mestres de bateria.
Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor, e o mestre-sala Manoel Dionísio também fazem participação especial juntando-se ao elenco que ainda conta bailarinos integrantes de comissões de frente de algumas das principais escolas de samba do rio que interpretam figuras clássicas do Carnaval, como a nega maluca, o malandro, a colombina e Carmem Miranda.
Serviço
“A Febre do Samba – O Samba-Enredo no Século XX”
Horários: Terças e quintas - 19h / De 17/1 a 16/2
Ingressos: R$ 5
Teatro SESI Centro:
Av. Graça Aranha, 1 – Centro / RJ
Telefone: 2563-4168
Bilheteria: 2563-4163
Instagram Cena Carioca
- Por: Cena Carioca
- Tags:@Cena Carioca, destaque, Tumbrl














































