Rogério Fires é carioca, designer, diretor de arte, ilustrador e, acima de tudo, um profissional muito talentoso. Ele vem se destacando no cenário nacional com projetos para músicos e grandes marcas. Além de apresentar um pouco do trabalho do Rogério, fizemos uma entrevista que conta um pouco da expiriência de um designer e artista freelancer de sucesso.

1 – Como foi a experiência de trabalhar no projeto Agridoce? Já tinha feito capa para LP?
[Rogério] Trabalhar com a Pitty sempre é legal porque ela dá muito espaço para a liberdade criativa. Ela e o Martin tinham uma ideia do que alcançar neste projeto e tinha uma variedade de registros muito legais da gravação. O resto foi fácil. Sobre o LP, o projeto já foi pensado para ter uma cara vintage em qualquer formato mas foi pensado praticamente pra LP e depois adaptado. Não foi o meu primeiro vinil. O Primeiro foi o Chiaroscuro da Pitty. Fazer o formato e ver pronto é uma emoção completamente diferente. Foi algo que cresci vendo. Lembro de ter pego o Cabeça Dinossauro do Titãs assim q lançou, já desenhava, e pensei: “Deve ser muito legal desenhar pra capa!”. Fazer o Sacos Plásticos dos Titãs já tinha sido uma realização impressionante, fazer um LP foi indescritível.

2 – O Rio de Janeiro é uma cidade que inspira artistas de todo mundo. Ela também te inspira?
[Rogério] Muito! Tenho alguns muitos projetos relacionados ao Rio. Tem duas logos minhas, Frigideira Carioca e Bar 399, que vão entrar no livro de marcas que usaram a cidade como referência. Estou sempre ligado a marcas e empresas cariocas como a Dimona que tem uma linha do Rio desenhada por mim e por eventos como o Rock in RIo e o Bola Preta que este ano não só fiz a camisa mas sugeri o tema e posicionamento.

3 – Você fez ilustrações para camisas do Rock´n´Rio, como foi o processo criativo?
[Rogério] O processo é muito mais voltado para a análise público alvo do que dentro de uma estética específica. É avaliado perfil de consumidor, tipo de produto utilizado e tendências. É um trabalho difícil porque o evento atinge públicos diversos, o próprio line up é uma prova disto, e você tem que quase agradar gregos e troianos além do board da empresa. Uma camisa que teve um processo marcante foi a nova EU VOU e EU FUI. O evento é um globo, o ingresso chama passaporte, hoje é mundial e mais turístico que local sendo assim, nada mais representativo que carimbar sua entrada no evento na camisa.

4 – Qual programa você indicaria para um turista no Rio de Janeiro?
[Rogério] O Rock in RIo!!! :D As belezas naturais são o que me emocionam no RIo. A cidade é linda sem fazer força e só um passeio já te cativa. Quando viajo, evito voltar pela linha amarela e tento sempre passar pela Lagoa. Pegar o final de tarde ali, tirando o trânsito, e na praia da Barra não tem preço.

5 – Quais artistas cariocas da nova geração você admira? E da velha guarda?
[Rogério] Da nova geração, Gais AMA é gênio, curto a loucura e o traço do Matheo Velasco também e adoro o Fábio Ribeiro que é tatuador também. Da velha guarda, dentro do design, por ter ficado ligado em trabalhos de capa desde cedo, sempre curti o trabalho do Luiz Stein e tenho muita referência no posicionamento do Gringo Cardia de carreira de se interessar por todo o aspecto do design.

6 – E os projetos para 2012, o que podemos aguardar?
[Rogério] Mudei para Vancouver agora no início de Fevereiro, continuo atuande no mercado do Brasil e, além da direção de arte e design, estou criando novos projetos de ações criativas para divulgação de produtos e empresas. A ideia é nunca ficar parado e todo e qualquer processo criativo me instiga. É para criar, estou dentro!

Portfolio Rogério Fires

Se você é estudante de design ou profissional da área já deve ter ouvido falar no Caligraffiti, um site que reune diversos assuntos relacionados ao design e que deixa os leitores sempre bem informados sobre concursos, eventos e novidades na área.

Mas o Caligraffiti é mais do que um site, é um coletivo formado pelos amigos Feliz, João Faraco, Lucyano Palheta, Nuno Boggis e Uno Oliveira, graduados em design pela ESPM-RJ. Apesar de terem a mesma formação, eles atuam em áreas diferentes, o que enriquece o trabalho do grupo que ainda conta com Maria Cláudia Gentil, Helen Pereira, Douglas Cavendish, Fellipe Ribeiro e Vinicius Leitão. Hoje, o coletivo que começou com o site, já dá palestras e workshops em grandes eventos de design.

Conheça um pouco mais do Caligraffiti na entrevista que eles deram para o Cena Carioca:

Como é participar de grandes eventos de design não só como espectadores, mas também como palestrantes e realizando workshop?

Sempre participamos de grandes eventos de design como espectadores. Aliás, muito da nossa formação passa por eventos como NDesign, RDesign e TMDG, ali é possível conhecer novas técnicas, profissionais renomados e contatos com outros estudantes.

Sempre tivemos a vontade de um dia estar de frente com o público e isso aconteceu algumas vezes. Falar para uma plateia de estudantes é uma sensação incrível, um filme que passa na nossa cabeça… Chegou a nossa hora de contar a verdade!

E o workshop que desenvolvemos é um bate-papo voltado para quem está começando na área, dessa forma estamos no mesmo nível que quem participa. Vamos até tomar um chopp depois no fim de tudo.

Como é a oficina Identiffique-se?

Essa oficina já rodou o Rdesign de Campos, Rdesign Rio, NDesign Curitiba, RDesign BH, entre outros lugares. Temos muito orgulho desse projeto que deu super certo, é um dos braços do Caligraffiti fora do online, a forma que conseguimos dissipar a informação cara a cara, sem cliques.

Inicialmente a ideia era que o participante desenvolvesse uma identidade a partir de insights dados por nós, no final do workshop ele teria concluído um projeto de divulgação pessoal, seja um cartão de visitas, um blog ou portifólio. Como as primeiras oficinas deram super certo, decidimos mudar um pouco introduzindo técnicas de desenvolvimento crítico pessoal.

Através de “Mood Boards” os alunos fazem uma espécie de colagem com o que gostariam de ser no futuro. Após isso ele apresenta na frente da turma e todos dão os seus palpites, conselhos ou criticam mais ferozmente o trabalho. É uma grande discussão de propósitos e vertentes dentro do mercado do design, e o nosso papel é incitá-los a descobrir novos caminhos e novas possibilidades.

O que é design para vocês?

Essa talvez seja a primeira pergunta que nos fizeram quando começamos o curso de design na ESPM Rio. Na verdade até hoje ainda estamos à procura dessa resposta apesar de ter inúmeras definições. Design é função, é beleza, é arte, está na tecnologia e na informação. O caminho até um projeto que contenha um bom design é longo, passando por estudo de mercado, concepção, adequação à função, execução e distribuição.

Com todas essas definições, uma que nos marca é de uma palestra do designer Joshua Davis que assistimos no TMDG (evento de design argentino) em 2008. Na verdade não é uma definição, e sim uma declaração: “Make Design For Love”.

Onde vocês buscam inspiração?

A inspiração do projeto Caligraffiti vem da nossa necessidade de transmitir conhecimento. Hoje no Brasil é difícil de ter um bom conteúdo falando sobre design, que não seja um grupo fechado de ilustradores ou mesmo sites de tutoriais online. A discussão sobre design é ampla, assuntos como política são abordados.

Dessa forma queremos passar uma imagem não apenas de referência para os leitores, queremos cada vez mais abordar temas que os façam refletir sobre a profissão, pensar em uma forma de conseguir melhorar seus projetos pessoais. A maior fonte de inspiração vem da necessidade de aprendizado de quem consome o site. Muitos sites bons existem lá fora, no começo o Caligraffiti passava muitas informações que eram lançadas nesses sites, mas hoje estamos mais preocupados em dar o nosso feedback, manter um número de posts que realmente façam a diferença para quem está lendo.

Vocês têm a intenção de lançar produtos com a marca Caligraffiti?

Na verdade esse não é um projeto que está nas nossas prioridades, mas já fizemos algumas camisas e bottons promocionais. Certa vez participamos de uma feira em um desses eventos de design onde tínhamos revistas, bottons, chaveiros e sketckbooks para vender. Sinceramente o resultado não foi muito bom, virou até um case em nossas palestras de “o que deu errado”. É importante falar sobre os erros e a venda desses produtos foi um deles.

Quais são os projetos futuros para o Caligraffiti?

O Caligraffiti amadurece e nossa rede de contatos aumenta. Hoje o site conta com uma grande visibilidade no meio de designers, ilustradores e publicitários, e o nosso objetivo é aumentar ainda mais essa gama de informações que estamos passando para eles.

Ainda em 2012 estamos colocando no ar a versão 3.0, convidando novos colaboradores que estão no mercado e produzindo mais no meio offline. Também estamos implementando um grande projeto que vai sair ainda esse ano e isso tem nos tomado muito tempo.

Temos uma grande surpresa para os leitores no segundo semestre, mas não posso falar mais pois é surpresa!

Quando vai acontecer uma nova Caligraffesta?

No lançamento do site vai ter uma, ainda no primeiro semestre. Mas estamos apoiando outras festas, com projetos gráficos, consultoria de mercado, projetos de videografismo e mapping.

Foto Divulgação

Uma série de dez espetáculos será realizada a partir dessa terça-feira, 17, no Teatro SESI, no Centro do Rio, mostrando a evolução do samba-enredo no século 20. Em “A Febre do Samba – O Samba-Enredo no Século XX”, serão apresentados os que mais fizeram sucesso e os que se destacam pela qualidade musical. Os espetáculos acontecem às terças-feiras, apresentando 40 sambas dos anos 20 a meados da década de 70 e às quintas, com 36 sambas do final dos anos 70 a 1999.

São 22 músicos no palco, quatro cantores, dois nos cavaquinhos, dois nos violões, mais 14 ritmistas na bateria e ainda tem participação especial de Odilon Costa, um dos mais premiados mestres de bateria.

Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor, e o mestre-sala Manoel Dionísio também fazem participação especial juntando-se ao elenco que ainda conta bailarinos integrantes de comissões de frente de algumas das principais escolas de samba do rio que interpretam figuras clássicas do Carnaval, como a nega maluca, o malandro, a colombina e Carmem Miranda.

Serviço

“A Febre do Samba – O Samba-Enredo no Século XX”

Horários: Terças e quintas - 19h / De 17/1 a 16/2

Ingressos: R$ 5

Teatro SESI Centro:
Av. Graça Aranha, 1 – Centro / RJ
Telefone: 2563-4168
Bilheteria: 2563-4163

Uma pequena amostra das belas imagens que nossa cidade nos proporciona e que estão no Tumbrl e no Instagram do Cena Carioca.

 

 

No sábado, 14, estreia no Teatro Carlos Gomes a comédia musical “As Mimosas da Praça Tiradentes” que através das personagens drags Lola, a Imperatriz, Samatha Overbook, Vanilla Cherry, Miguelito Cigano, Divina Rúbia e Catula de Carlo, conta a história do apogeu da praça que por mais de um século foi ponto da efervescência cultural do Rio, reunindo poetas e compositores, até a sua decadência.

Serviço

As Mimosas da Praça Tiradentes

Teatro Carlos Gomes: Praça Tiradentes, 19, Centro

Horário: Quinta a domingo, 19h30.

Ingressos: Entre R$ 17,50 e R$ 60,00.

 Até 25 de março.

Após nove anos longe dos palcos, Mariana Ximenes volta ao teatro em “Os Altruístas” interpretando Sydney, uma atriz de TV politicamente incorreta e desequilibrada que sustenta um grupo de jovens engajados em causas sociais, amigos do seu namorado Tony, vivido por Miguel Thiré, de quem alías, Sydney morre de ciúmes. Temas como homofobia, drogas e a superficialidade das relações humanas são retratadas na peça.

“Os Altruístas” é uma tragicomédia escrita pelo americano Nicky Silver. Na montagem nacional, é dirigida por Guilherme Weber e traz no elenco além da Mariana e do Miguel Thiré, Kiko Mascarenhas, Miguel Thiré, Jonathan Haagensen e Stella Rabello.
A peça que estreia hoje no Rio depois de uma temporada em São Paulo fica em cartaz até 12 de fevereiro no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico.

Serviço

Os Altruístas

Espaço Tom Jobim – Rua Jardim Botânico, 1.008, Jardim Botânico, Tel.: 2274-7012.

Horários: 6ª e sáb., às 20h30; dom., às 20h.

Preço: R$ 60. Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia.

Foto José Olimpio

O artista plástico Michel Mendes é o grande responsável pelo ARAKA, um evento mensal que reúne diversas formas de arte, pintura, performance, teatro, fotografia, cinema, música, entre outras. É uma verdadeira exposição coletiva onde o público tem a oportunidade de conhecer os artistas da nova geração do Rio de Janeiro. A próxima edição do evento acontece no dia 24 de janeiro.

Em entrevista exclusiva para o Cena Carioca, Michel fala sobre os artistas que se destacam na atualidade no Rio, sua intenção de levar o ARAKA para outros lugares do Brasil e sobre o festival que pretende realizar esse ano.

Como surgiu a ideia do ARAKA?

Sou artista plástico e percebi que nas exposições e vernissages eu encontrava muita gente interessante, fazia contatos de trabalho, parcerias e até namoros. Estar cercado de pessoas criativas me inspirava e também divertia. Uma boa vernissage era melhor do que uma boite, porém a noite acabava cedo e a bebida era sempre de segunda. Então criei o ARAKA para reunir gente antenada, gente que produz arte hoje no Rio, chamei alguns amigos pra dividir comigo a exposição e contratei um DJ pra transformar o evento em festa,..acho que deu certo!

Foto José Olimpio

Qualquer artista pode ter seu trabalho exposto no ARAKA? Como é feita a seleção?

Sim, basta ter um bom trabalho! Os interessados devem enviar um e-mail para artearaka@gmail.com com seus contatos e uma foto da obra que gostaria de expor junto com as informações: titulo, técnica, tamanho e preço da obra. Todos os meses selecionamos os melhores trabalhos e convidamos os artistas para a exposição. Fotos,videos, curtas, quadros, poesia, performances, moda…vale tudo!

Foto José Olimpio

 E os seus trabalhos? Você também expõe na festa ARAKA?

No inicio sempre tinha meus quadros no ARAKA, mas depois de quase 5 anos eu não consegui acompanhar o ritmo, é dificil fazer uma nova obra a cada mês. Então em algumas edições tem minhas obras, e em outras não.

 Na sua opinião, quais são os artistas do Rio da nova geração que se destacam no mundo da arte?

Estamos em um ótimo momento aqui no Rio e todo dia pinta alguém com um trabalho incrível, mas é preciso tempo pra ver como o artista se desenvolve. Hoje, entre os artistas que já passaram pelo ARAKA, acho que estão prontos: Zanini de Zanine (design), Smael, Bokel (pintura), Anna Ratto (cantora), Letuce e Tono (bandas), Fernando Young, Mariana Vianna (foto)…Fica complicado falar assim de cabeça, certamente vou esquecer de citar uma centena de nomes, mas esses que acabei de falar são apostas certas! Pode comprar, pois o preço ainda permite e certamente vão valorizar.

Foto I Hate Flash

 Tem a intenção de levar o evento para outros lugares do Brasil?

Tenho sim, e pra outros lugares aqui dentro do Rio também, mas pra isso preciso de um bom patrocinador. Adoraria levar o ARAKA e promover o intercambio com artistas em SP, BH,SSA…Assim como seria ótimo poder convidar aqui pro Rio artistas de outros estados e países para expor no ARAKA e trocar informações. O ARAKA é mais que uma festa, é um evento de cultura e hoje é a principal plataforma de lançamento de artistas aqui no Rio, pois os salões estão obsoletos e as galerias não comportam todos os artistas, principalmente os novatos. Existem alguns eventos bacanas, mas que acontecem uma vez por ano, o ARAKA abre espaço todos os meses durante todo o ano para centenas de artistas. Já fazemos isso há quase 5 anos e em breve todos os “novos” artistas das galerias terão passado antes pelo ARAKA.

Foto I Hate Flash

 Em 2012 teremos novidades no Araka?

Estamos procurando patrocinio para o Festival Araka, e se esse patrocínio não pintar faremos na marra usando o Crowndfunding. Será em 2012 e certamente vai entrar pra história da cidade, juntando artistas, poetas, bandas, performers, grafiteiros, DJs, VJs, atores, perna de pau e anões montados em jumentos. Woodstock perde!

Foto I Hate Flash

O ARAKA acontece no 00, sempre em uma quinta-feira. Para ter uma ideia ainda melhor do evento/festa confira o vídeo que está no Facebook do ARAKA.

Foto Reprodução

O Museu Nacional de Belas Artes completa na próxima sexta-feira, 13, 75 anos e em comemoração a data, oferece entrada gratuita aos visitantes e quem comprovar que faz aniversário no mesmo dia, ainda ganha um brinde exclusivo.

O Museu, primeiro de artes do país, é a instituição brasileira que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX. Entre as 60 mil peças, estão pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, entre outras do século XVII ao XX. Algumas delas são da coleção pessoal de Dom João VI.

Além das exposições permanentes que apresenta pituras importantes, como “A primeira Missa no Brasil” e obras de artistas como Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, entre outros, no momento estão em cartaz outras três exposições são elas:

Monica Barki – Arquivo Sensível

 A exposição comemora os 30 anos de carreira da artista que apresenta 127 trabalhos, entre colagens, pinturas, desenhos, vídeos, fotografias, gravuras e mais que abrangem todas as fases de sua carreira.

1978 – Desenhos, de Cláudio Valério Teixeira

Cláudio Valério Teixeira recupera desenhos criados para uma mostra de 1978, criados durante o período da ditadura, e acrescenta outros. Ao todo são 27 imagens de pequenas e grandes dimensões.

 

Guilda de São Francisco

Os artistas Celio Belem, Claudio Valério Teixeira e Milton Eulálio fazem uma releitura da arte européia do século XVII mesclando passado e futuro.

Museu Nacional de Belas Artes

Avenida Rio Branco, 199, Centro.

Tels.: (21) 2219-8474 / (21) 2262-6067

Até domingo, 15, estão abertas no Parque Lage as exposições “Ensino_Arte_Rede_Game” e “Séries Gráficas em Processo”. A primeira, faz parte de um projeto de ensino a distância com alunos da rede pública do Rio de Janeiro e de Recife em parceria com o Núcleo de Arte e Tecnologia contando com a participação da artista Suzete Venturelli. Que elaborou junto com os alunos um gamearte que une entretenimento e aprendizagem. Utilizando recursos móveis, como os celulares, com tecnologia de realidade aumentada.

Já a outra exposição “Séries Gráficas em Processo”, apresenta os trabalhos realizados pelos alunos dos professores Fernando Lopes e Evany Cardoso nas oficinas gráficas da EAV, Aulus, Anatascha, Carolina Kaastrup, Cezar Bartholomeu, Chimenia, Esther Barki, Fernanda Sattamini, Gabriela Caspary, Jac Siano, Jonatas Puga, José Eduardo Diniz, Lucia Vilaseca, Luciana Brandão, Marcos Behrens, Maria Fátima Jorge, Maria de Fátima Rodrigues, Mariana Olinger, Pedro Cezar, Pablo Albano, Paulo Denizot, Paulo Vieira, Susana Spadaccini e Teresa Feres. Eles exibem criações em serigrafia com base na fotografia, serigrafia em acrílico, madeira, tecido, entre outros materiais.

Horário:

Segunda a quinta – 9h às 22h
Sexta a domingo – 10h às 17h

Com coluna cativa aos domingos no jornal O Globo há mais de 20 anos, o jornalista fictício Agamenon Mendes Pereira ganhou uma cinebiografia que estreia nessa sexta, 6. “As aventuras de Agamenon, o repórter” mostra momentos importantes da vida do jornalista que se confundem com grandes acontecimentos da história do mundo como a 2ª Guerra Mundial, o naufrágio do Titanic e a queda do Muro de Berlim. Agamenon esteve presente em todos esses momentos e ainda teve a oportunidade de entrevistar figuras como Albert Einstein e Osama Bin Laden.

Marcelo Adnet interpreta Agamenon na juventude e o casseta Hubert, criador do personagem juntamente com Marcelo Madureira, vive o jornalista fictício mais velho, sempre apaixonado por sua esposa Isaura, interpreatada por Luana Piovani. O filme ainda conta com participações especiais de Jô Soares, Fernando Henrique Cardoso, Paulo Coelho e Caetano Veloso que dão seus depoimentos sobre Agamenon.

A comédia vai agradar principalmente a quem acompanha a coluna do repórter no Globo.

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